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terça-feira, 30 de outubro de 2012

Família ê

às 00:16

"Preciso de um tempo para me dedicar a um futuro que não é meu e do meu futuro para amar uma vida que não é a minha." ( QUALQUER, Uma mãe)

Esses dias vi na rua um casal que era a cara da modernidade. Um homem que aparentava ter menos de 40 anos, de camisa de malha, calça jeans, tênis, e uma bolsa de bebê à tiracolo. Normal, né? Sim, se ele não estivesse levando um carrinho de bebê com uma menina linda dentro e, para a minha surpresa, ao lado dessa cena uma senhora, com a mesma idade do homem, vestida de maneira social. Como sou bem fuxiqueira (Desculpa, gente!), pude perceber que ali havia uma família, uma família diferente, mas uma família completa, pai, mãe e filha.

Num mundo onde o casamento é uma simples celebração luxuosa, há de se admirar casais que se sustentam por décadas. E é nesse mesmo mundo de filhos com pais separados é que reinam os preconceitos sobre adoção de homossexuais. Dá para entender tamanha hipocrisia?  Eu até tento, mas hoje não vou desenvolver, vim apenas para criar a polêmica. 

Tenham uma boa semana!


Super mãe e executiva de sucesso é possível?
Foto retirada do Google Imagens


terça-feira, 9 de outubro de 2012

Dentro do seu sonho, mas fora do conto de fadas

(...) Melhor do que sonhar é viver. Viver o que der pra viver. Viver o que não vai dar é um caminho rápido pra frustração, pra enlouquecer. A verdade sobre como o ritual do casamento se faz hoje - nesses tempos em que o pai da noiva não banca apartamento, em que preferimos sonhar com um trabalho que dê alegria do que com 8hs diárias como bancário, em que queremos fazer as coisas do nosso jeito - é essa: precisamos ter coragem e abrir mão de alguns dos sonhos de menina. Se vamos ser donos de nossas vidas e patrocinadores dos nossos desejos, temos de sonhar e agir como tais: Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Desde que me tornei homem, eliminei as coisas de criança. Paulo disse que era na fraqueza que se revelava toda sua força. Abandonar aqueles aconchegos, afetos, aquelas brincadeiras, aqueles sonhos, as garantias seguras de felicidade dentro deles... não é fácil! É extremamente doloroso! Mas a escolha precisa ser feita sob o risco de nos pegarmos agindo como um cachorro que corre atrás dos carros sem nunca alcançar e sem nem saber porque os persegue. Encarar de frente que não somos princesas ou rainhas, que somos mulheres apenas. Ninguém nos diz isso e eu não sei porque... Essas princesas nunca existiram pra além das nossas sagas com a Barbie, pra além dos contos de fada que nada mais são que plástico e fantasia. Temos a oportunidade e a liberdade de vivermos de verdade as nossas histórias reais, com amores reais e dificuldades reais a serem superadas. Um dia a dia real com contas reais a pagar, e reais festinhas de família a comparecer, com tardes frias reais dormindo de conchinha, com beijos reais e crises de asma no meio da madrugada reais. Viver é melhor do que sonhar viver. Tá certo, no sonho é tudo tão sem limite e a felicidade é tão completa, tão perfeita... abrir mão dessa segurança, desse amparo que a fantasia dá é foda! Como num presente de Natal que é exatamente o que pedimos, na nossa imaginação, nos nossos sonhos de Barbie não existe frustração. Quem quer abrir mão disso? Por outro lado, Barbie é uma boneca e, como tal, é comandada. Desconhece autonomia e independência. Tudo o que ela tem foi você quem deu. Também a princesa, tudo o que ela tem já estava lá quando ela nasceu: o título, os luxos, as mordomias, as responsabilidades devotas pra com seu povo. Barbies e princesas não se pertencem a elas próprias, nós sim. A má notícia para você e eu, mulheres normais, mortais e donas das próprias histórias é que os desejos tem limite. Mas, vai por mim - e você sabe disso - nada se compara a sentir a liberdade batendo na cara, a liberdade de viver o que é seu e o que é de verdade ao lado da pessoa que te acompanha nessa aventura de loucos. Sem rede de segurança, sem imaginações edulcoradas. A realidade nua, mas sua. Uma vida toda aqui...



Fonte do texto: http://voucasarepanz.blogspot.com.br/

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Obra de arte

Não satisfeita em não conseguir fazer nem um bonequinho-palito no Photoshop, consegui chegar a essa obra de arte. Não riam. Estou melhorando!



Este outro achei bem fofinho:


sábado, 15 de setembro de 2012

A noiva frustrada



E quando você está lá, linda e noiva, entrando na igreja com seu belo vestido branco, e se depara com uma pessoa, que você teve a infeliz ideia de um dia chamar para madrinha, com um vestido com uma cor muito bonita: BRANCO. Não sei se sou eu que sou antiquada ou as pessoas que estão sem noção, porque tem sido muito comum isso. Eu fui a dois casamentos que as madrinhas estavam de vestido pérola e vi fotos de um outro casamento que a madrinha nem se esforçou para escolher uma outra tonalidade, foi certeira: vestido branco de crepe, arrastando no chão e tudo. Pode isso, gente?

Eu sei que muita coisa no mundo casamentício mudou e que as tendências estão cada vez mais modernas e sem regras, mas como leio muito sobre esse tipo de evento, vejo que é unânime a opinião das blogueiras a respeito disso: o branco (e suas variações) é da noiva e de ninguém mais, a não ser que a noiva peça. E por que você, madrinha, que foi convidada por um gesto tão generoso resolveu não respeitar isso? Ainda que você seja madrinha do noivo e odeie a noiva, não deixe para demonstrar isso no dia dela porque, por mais que você tenha razão, você, provavelmente, não só não irá estragar o dia dela, como irá estragar o seu, pois poderá ser uma noite de muitas piadinhas, de caras feias e até de rejeição pelas amigas da noiva. Então, aposte na paz no seu dia de madrinha e esqueça o branco! 

Ainda dou uma dica: se for no meu casamento, qualquer coisa que eu não puder fazer com a mocinha de branco (tipo esganar ou jogar numa piscina), as minhas amigas farão de questão de resolver isso por mim. Nós somos dessas. rs
 Nesse caso, a Katie "solicitou" (imagino eu) que sua madrinha fosse de branco pois ela era como uma extensão do vestido. E não me venham com essa de que se a madrinha da Katie pode, eu também posso porque aqui, na minha terra, isso não cola!





segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Pastinha

Como não é raro eu postar aqui referências para casamento, além dos convites, gostaria de dizer para as noivas de plantão que embora eu não seja noiva, também tenho uma pastinha de inspirações, um pouco para ajudar as amigas, um pouco para inspirar meus posts e um pouco para me fazer sonhar. Então, quem tiver interesse na minha pastinha, eu não tenho problema nenhum em compartilhá-la, basta mandar um e-mail para entresonharerealizar@yahoo.com.br que terei enorme prazer em dividir com vocês as imagens que me fazem suspirar. 

Hoje, deixo mais um dos convites criados por mim.





domingo, 26 de agosto de 2012

Noivinhos de madeira

Achei, simplesmente, fantástico esse ensaio fotográfico de noivinhos de madeira. Aliás, muito lindo esse topo de bolo, rico em detalhes. Mais uma da série "propaganda gratuita".

 

sábado, 18 de agosto de 2012

Presentinhos



Alguém que tenha interesse em presentear seus padrinhos (e madrinhas) com um barril de chopp, pode me convidar para ser madrinha de seu casamento? Dica do dia: Não gosto de Heineken.

http://planejandomeucasamento.com.br/wp-content/uploads/2012/07/presente_madrinhas_padrinhos_casamento_foco_estudio.jpg

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Vamos aproveitar!

Aproveitando a inspiração, fiz mais um convite, e, preciso dizer que, estou apaixonada por este. Agora sim, 100% ORIGINAL.



quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Quem inspira, amigo é.

Sabem quem voltou? Ela mesma: A MINHA INSPIRAÇÃO. Fiquei tão orgulhosa que quebrei a rotina de posts em dias alternados e venho, pela segunda vez hoje, postar o que fiz. O que me deixou mais feliz é que a ideia foi toda minha. Uma pena que os noivinhos ainda não sei fazer e tive que pegar no Google Image, mas esse é um problema que pretendo resolver, em breve. 





Quem quiser me dar algum crédito, pode me pedir que faço a arte. ;]

PS.: Estou estreiando também o novo logo, que ainda não é definitivo. Vou precisar de ajuda!

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Sapatinho da Cinderela

Vejam a versão do Sapatinho da Cinderela criado pelo desginer de calçados Christian Loubotin.
 Eu tiraria as borboletas e casaria muito com esta beleza nos pés.  



Fonte: Para Falar de Casamento

terça-feira, 31 de julho de 2012

Comestíveis

Um Save The Date de chocolate. Estou olhando e pensando: eu ia comer na hora que ganhasse e ia esquecer do casório (rsrsrs). Desculpa, gente. Eu sou assim.



Fonte: Say I do

domingo, 29 de julho de 2012

Retrô Fashion





    Quando vi este Chá de Cozinha Retrô Fashion, as únicas coisas que consegui fazer foram suspirar e copiar, na cara-de-pau mesmo, sem nem pensar duas veses. Reparem nos detalhes.


A máquina de costura antiga e o “armarinho” .

Bonequinhas de papel com vários “modelitos”
Chanel e Dior dos anos 20 para trocarem de roupa. Quando criança, quem não brincou com estas bonecas?



As flores estavam um escândalo! D. Monica superando-se novamente…
Os arranjos eram profusões de tulipas, orquídeas, callas, narcisos, rosas, cravos e folhagens!

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Agora… o auge da mesa de doces, sem dúvida, foram os próprios docinhos!
Os rótulos de perfumes antigos viraram cookies!



E estes biscoitos em formato de lencinhos? Incríveis, não?!

As bolsinhas de chocolate recheadas estavam um luxo! Não davam nem coragem de comer rsrs! (Pausa para o comentário da blogueira: eu enrolaria num celofane e guardaria para sempre ou até quando as formigas permitissem)
Agora… parem tuuudo com o “kit costura”! Biscoitos em formato de botões, tesourinhas e carretéis de linha de chocolate.
E, charme final, os dedais de chocolate junto aos de porcelana!
Terrines de frutas vermelhas e as de damascos foram servidas em castiçais… ficaram ou não ficaram o máxiiimo?
Os bem casados ganharam flores de papel…
As xícaras de chá com pires e colherzinhas de chocolate, com o detalhe do açúcar em forma de flor de lis.
Para acompanhar, os biscoitinhos com amor-perfeito comestível!
Além dos deliciosos macarrons e balas de gelatina…

Fonte: Clarissa Rezende

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Como demonstrar amor?

   Li um texto do Bruno Astuto e fiquei pensando sobre as demonstrações de afeto que são tão raras hoje em dia. Resolvi postar um trecho que fala muito bem do que estamos nos tornando no meio de tanta informação. Essa primeira parte que eu vou postar, é uma amiga do Bruno falando.

" “Antes de me casar, tive vários namoradinhos que sempre reclamaram do meu jeito fechado. Mas era simplesmente impossível para mim dizer o que sentia com tanta facilidade. Fui criada por pais amorosos, mas do jeito deles — era raro quando eles diziam que amavam a mim ou aos meus irmãos. Acho que minha grande influência foi a minha avó, que me dizia para tomar cuidado para não virar peteca na mão dos homens. E eu via o exemplo dos meus irmãos, que se desmanchavam para as meninas e, pelas costas, debochavam porque elas estavam no papo. Elas eram completamente românticos e melosas, e, quanto mais se apegavam, mais eles corriam. Disse pra mim mesma: ‘nenhum homem vai me chamar de melada’. Formei uma casca grossa, e conheci o meu marido.
Éramos amigos de faculdade, mas só começamos a namorar depois. Ele era o que a gente chama de galinha, mas isso era coisa da idade. Com o tempo e alguns perdões depois, engrenamos num relacionamento maravilhoso. Nós nos entendíamos muito bem, ganhamos dinheiro juntos, ele não economizava nas gentilezas. Só eu que não conseguia vencer a barreira de dizer a ele o quanto eu o amava. Nos primeiros anos, ele pedia que eu dissesse as palavras mágicas, mas eu não disse. Quando ele vinha me abraçar, cheio de chamegos, eu respondia: “tá, tá, vou fingir que acredito”, numa postura cínica em relação ao amor dele, o que era injusto, porque ele já tinha me dado várias demonstrações de que era um amor verdadeiro. Acho que eu passei nosso casamento inteiro tentando que ele provasse que me amava de verdade e, a cada prova que ele dava, eu queria outra maior para, enfim, poder dizer o que eu sentia e o que ele queria ouvir. A morte dele foi uma estupidez, ele era novo demais e merecia ter sabido, em bom português, o quanto ele era amado pela sua mulher. Hoje vejo que gestos não bastam; dizer é parte da natureza humana. Vejo pelos meus sobrinhos que os jovens não sabem mais o que é romantismo, que eles se tornaram robôs que encontram e desencontram pessoas na balada e que namorar é um ato banal, de passar um tempo juntos dando beijo na boca”.
Respondi a essa amiga que ela não deveria se culpar; que seu marido, um sujeito mais do que generoso, sabia muito bem o quanto ela o amava, porque era um homem feliz. Mas é fato que existem impulsos que merecem escapar do controle do nosso senso de parcimônia, e que devem, sim, nos subjugar. Qual o problema de nos mostrarmos frágeis de vez em quando? Quem disse que nós só devemos abrir a boca quando tivermos certeza do que sentimos, posto que a certeza muda tanto com o passar do tempo? Num mundo sem toques, olhares e os sons das vozes, de carinhos vazios de Twitter e Facebook, protegidos pela tecla de um computador, o grande desafio do ser humano é ir além do “cutuco” das redes sociais, pegar um carro, enfrentar o trânsito, subir o evelador, tocar a campainha e dizer, sem medo, o que sente. Essa geração, que começou na minha, quando a AIDS explodiu e nós ignorávamos a realidade da doença, aprendeu que é preciso se distanciar para não se envolver. Para ela, o futuro dos Jetsons chegou de fato — não em termos dos carros voadores, mas dos capacetes invisíveis que protegem do contato físico e mantêm as emoções enclausuradas numa sinistra assepsia. "

terça-feira, 17 de julho de 2012

All we need is LOVE

   Essas letrinhas estão penduradas em um mini-cabide é isso mesmo? Se conseguirem decifrar melhor me explique, porque estou achando lindo desse jeito.



Fonte: Dona Noiva

terça-feira, 10 de julho de 2012

Casamento da Barbie?

   Para tuuuudo!Vocês acreditam que a fotógrafa Beatrice de Guigne organizou e fotografou com todos os detalhes o casamento da Barbie e do Ken. Pode isso?
   E eu, boba, fico aqui pensando: Como não tive essa ideia aaaaaantes? Brinquei de Barbie minha infância toda e a minha boneca fazia de tuudo, inclusive, ela tinha vestido de noiva. Por que ela nunca casou? Será que tem a ver com o fato de que naquela época eu não acreditava em casamentos? Talvez, né?
   Agora, voltem a doce infância querida:

 









Soooooo american!








Fonte: Toda de Branco