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sábado, 20 de outubro de 2012

Na ausência...

É um fato que quanto mais nos ausentamos, mais vamos nos tornando desnecessários. Que fique claro aqui que a minha intenção nunca foi essa. Explicarei, então, os meus motivos. Na sexta, dia em que eu deveria ter dado sequência aos posts em dias intercalados, já que a última vez que postei foi na quarta, eu não consegui acessar ao computador, pois não estava em casa e havia uma mini pessoa ocupando o computador do lugar em que eu estava, e, é lógico que o final da novela também ajudou para adiar a publicação. No sábado, ainda em clima de dia das crianças, fomos todos ser feliz no parque aquático. E, juro, quando chegamos o meu corpo só queria uma coisa: cama e sombra fresca, dormi 12h, esse negócio de toboágua cansa, mas valeu muito a pena, as crianças ficaram muito felizes.

É muito bom sempre poder concluir tudo aquilo que já digo sobre os jovenzinhos, eles renovam nossa juventude e nos dão certeza de que nada pode ser maior que nossa felicidade. No fim, entregamos crianças arranhadas dos brinquedos e vermelhas de sol, mas em nenhum momento aquilo importou para elas. A vida é muito curta para se importar com protetor solar e posto médico, essa foi a lição do dia.


segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Mini-nós.


Como não amar as crianças? Elas reinventaram o amor com sua forma delicada de pedir presentes que beiram aos mil dólares, como quem pede uma balinha para adoçar a boca. Elas são as miniaturas de seus pais em fisionomia e personalidade. Elas ganham o mundo quando aparecem com notas dez e transformam nossa alegria em ira quando vêm com aquelas médias baixas, dignas de castigos eternos. E quem nunca castigou um filho eternamente e voltou atrás com o primeiro sorriso ou  o primeiro "por favor"? Quem tem uma criança tem uma luz no fundo do túnel que nunca se apaga. E por que elas crescem? Pra que elas crescem? Preferia que elas continuassem a ser esses mini seres passíveis de ordem e ao mesmo tempo, donos do seus próprio nariz. Nós somos mesmo muito injustos quando colocamos um filho no mundo apenas para se livrar da solidão na velhice. Uma criança é a certeza de que não podemos desistir nem de nós, nem das pessoas. É preciso trabalhar dia e noite para dar mais do que podemos e menos do que elas dizem precisar. E como ter bom senso com aquele pequenino olhar te implorando para dormir uma hora mais tarde, ou mais trinta minutinhos de videogame, ou apenas para repetir a sobremesa? Hein? Como fazer? Existe receita? Nesse jogo, é o amor quem vai ditar todas as regras. E só ao lado delas, conhecemos o verdadeiro amor sem limites.

Catarina Leme. A normalidade sempre passa longe da gente.

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Crianças

   Li esse post no Toda de Branco e me senti estimulada a dizer que eu concordo em duas coisas: que essa criança da foto é suuuuuper roubável ( desculpe, mamãe) e a outra é sobre os modelitos das crianças em grandes festas como casamento, bodas e aniversário de 15 anos.
   Acho até graça quando vejo uma mãe com um belíssimo vestido longo, toda trabalhada no brilho e na maquiagem e a pobre criança de tênis e camisa de malha ou com aquele vestido "maria-mijona".
   Alô, mamães! Peço até desculpas as amigas que arrumam seus filhos assim, mas pensem bem! Se a festa pede um traje especial é porque é de bom tom que adultos e crianças estejam alinhados. Se não quer encher a criança de parafernalha, eu até entendo. Uma calça social e um vestidinho mais sofisticado fazem o papel muito bem. Deixem as gravatas e os acessórios de cabelo para as gracinhas que se deixam enfeitar. Afinal, não dá também para deixar o baby super irritado com aquele monte de penduricalho e acabar tendo que se retirar da festa mais cedo, né? E um viva ao meio-termo!



Fonte da foto: Toda de branco

sábado, 2 de junho de 2012

O roubo do bolo

   Educação é uma coisa muito relativa, mas é preciso ter, e bom senso também. Sabe o que é cortar o bolo e distribuir para todo mundo, guardar o seu pedaço num lugar com cara de " esse bolo tem dono" e o bolo sumir? As pessoas vão dizer: ah, mas você deixou em qualquer lugar; Vão me desculpar, mas esse tipo de pensamento é típico de gente MAL EDUCADA, e esse tipo de atitude também.
   Educação vem de berço. Salvo raras exceções em que as pessoas se corrompem pelo caminho, educação vem de casa. Se na sua casa, os seus filhos abrem a geladeira e como o que querem, eles farão o mesmo na casa dos outros se não houver ninguém pra dizer que isso é indevido. Se na sua família, tudo é repartido sem distinção, as crianças reproduzirão isso. Até aquelas coisas que os meninos aprendem na escola ou na rua brincando com os outros amiguinhos, se você, papai ou mamãe, não corrigir, eles continuarão a fazer aquilo como se fosse algo natural.
   Adultos mal educados são resultados de pais que foram educadores ruins. E isso, eu conheço bem. Não tem nada a ver com classe social.
   Depois de velho, os pais não tem mais o que fazer, e a culpa passa a ser do ser humano que não usa o seu bom senso (porque certas coisas não se ensina) para perceber que se aquilo não está no lugar habitual, deve ter algum motivo e cabe a você questionar ou simplesmente, ignorar, afinal, aquilo não te pertence. Se o bolo acabou, AZAR, chegasse antes. Roubar bolo deveria ser crime inafianciável. Que fica claro que a questão não é o material, o bolo ou qualquer outro alimento ou objeto, o que está sendo levado em conta são os maus hábitos, porque bolo a gente compra outro, o que não dá pra comprar é o respeito e a educação, são coisas que não têm preço.

   E vocês, pais? Estão educando seus filhos para serem ladrões de bolo ou reprodutores de bons costumes?


   A foto é engraçadinha porque eu sou engraçadinha, mas a reinvidicação é séria. MUITO SÉRIA.