Vi isso no Nerds in love e não resisti de postar. Uma máquina de auto-casamento. Você coloca uma moeda de 1 dólar, ela toca música, dá as alianças e ainda imprime um certificado do casamento.
Interessante né?
Vejam as fotos.
Produzido por: Conceptshed
segunda-feira, 7 de maio de 2012
sexta-feira, 4 de maio de 2012
Um conto fantástico
Vale a pena a leitura:
“O Casamento” – Por Fábio Romeiro.
“Orgulhoso, Gilberto revezava o olhar entre seus três filhos sentados pela sua sala. Não conseguia esconder um sorriso de dever cumprido ao observá-los. Tinham se tornado jovens adultos de caráter, trabalhadores e principalmente, pessoas de bem. Era isso. Aos 56 anos, tinha a feliz certeza de ter colocado no mundo pessoas de bem.
Mas aquela reunião de família não era para lamber cria. Tinha um propósito claro, um mistério o qual os três filhos aguardavam ansiosamente sua revelação: um inusitado convite “para uma conversa” em plena terça a noite.
E seguido do tintilhar da xícara no pires, ele anunciou.
- Bom crianças. Vamos direto ao ponto: vou me casar.
Silêncio. Sobrancelhas franzidas. Primeiro a digerir a informação, o caçula Pedro Henrique expressou sua surpresa com o estalar dos ovos que pisava.
- Puxa pai… Que ótimo! Já faz tanto que você e a mãe se separaram mesmo. Acho legal mesmo, de verdade. Mas…
- Mas com quem?? Você nem namora pai! – como um vulcão, a pergunta irrompeu de uma perplexa Mariana, filha do meio.
Com um sorriso maroto, o primogênito Felipe completou, orgulhoso:
- É a tia Regina né pai? Sempre suspeitei do que vi em Ilha Bela aquela vez. Tinha 11 anos mas não esqueço! Sempre suspeitei, seu malandro…
Gilberto escutava seus filhos com um sorriso sereno. E sem tirá-lo do rosto, continuou:
- Vou me casar com o Carlão, meu amigo do clube.
O sorriso maroto de Felipe se transformou numa expressão de choque. Atônito, o queixo de Pedro Henrique desmanchou no seu peito, sem vida. Se descontasse os olhos arregalados e a cor branco-sulfite de seu rosto, seria possível dizer que Mari era a menos impressionada. E logo perguntou:
- Pai, você é viado?
O patriarca suspirou serenidade. Já esperava por tal fatídica pergunta. Respondeu com a tranquilidade de um Dalai Lama, certo de sua decisão.
- Não filha, não sou. Sou hétero, como sempre fui. – respirou fundo, e continuou. – Acontece que nos últimos anos vinha me sentindo muito sozinho. Essa casa grande, vocês seguindo suas vidas… E queria uma companheira.
- Companheira pai! Companheira! Não um tiozão do clube! – Pelo ângulo de arqueamento de suas sobrancelhas, Felipe entregava seu desespero.
Mas somente com o olhar, Gilberto pediu calma. Continuou:
- Mas a experiência que tive com sua mãe e todas que seguiram dela só me mostraram que a convivência com uma mulher é insustentável. Vocês me conhecem, sou engenheiro, racional em tudo. E salvo o fator “sexo” e “carinho”, meu casamento com o Carlão tem tudo pra dar certo.
Os três se entreolharam. Esperança de ser uma pegadinha. Ou uma piada besta de um pai que nunca foi de muita graça.
- Me escutem e verão como faz sentido. Casado com Carlão terei todas as vantagens de um matrimônio feliz. O que nunca tive com sua mãe ou mulher nenhuma na minha vida. Poderei deixar cuecas pela sala. Esquecer datas e a existência da TPM. Comer pizza com cerveja numa segunda por que é bom e meu colesterol respeita isso.
- Pai, você enlouqueceu! O que vão falar na família, no seu trabalho?
Gilberto se animou. As perguntas só lhe davam mais certeza da sua escolha.
- Vão falar que nunca estive tão sensato na minha vida! Você fala de trabalho. Pois então. Esses dias cheguei em casa bêbado, cantarolante e com um perfume doce na gola da camisa. Errei, confesso. Sabe o que o Carlão fez? Sabem??
- Não pai, não sei. – Desconsolado, o primogênito só respondia com as mãos no rosto.
- Ele simplesmente me olhou, sorriu e disse: “era boa?”. “ERA BOA?”. Nada de pratos voando, noites na dureza do sofá, nada!
- Mas pai, então você quer um amigo. É isso! Só um amigo, um roomate.
- Não Mari. Quero um esposo. Alguém para chamar de meu. Para me receber em casa depois de um dia cheio com uma long neck gelada e comentários pertinentes sobre a última rodada. Reclamações? Só sobre o frangueiro do goleiro.
A cada resposta, Gilberto se empolgava ainda mais com seu plano perfeito.
- A TV não conhecerá uma novela. Dane-se quem matou quem! Na nossa casa, a louça poderá sim repousar feliz na pia por uns dias. Meu carro não aparecerá ralado, não existirão cremes além do de barbear na pia. E por falar de pia e banheiro, a tampa estará sempre levantada. Sem broncas. Sem cobranças. Sem…
- Pai! – o caçula perdera a paciência – Olha aqui. Se você não se descobriu gay, o que aliás aceitamos numa boa, você enlouqueceu. Ficou velho e maluco! Simples assim.
- Bom, pelo visto vocês não entenderam nada do que eu disse. E se não quiserem também, tudo bem.
Gilberto se levantou, entre orgulhoso e decidido.
- Eu vou embora. Podem ficar a vontade, a casa é de vocês. Mas eu tenho um compromisso. Combinamos há semanas de assistir a semi-final da Champions League e não posso me atrasar para o começo do jogo.”
Feito pelo blogueiro: Fubim
Fonte: Aventuras de Casada
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Um dia de cada vez.
Esses dois dias não foram fáceis no trabalho. A vontade de largar tudo e seguir meus sonhos foi muito grande. Ela quase me venceu. Lembrei de umas continhas pra pagar e até do meu carinho pelo que faço e resisti. É muito difícil não trabalhar na sua área e ainda assim, AMAR o que faz. Eu amo. E mais difícil ainda é não ser reconhecido pela sua superação, pelas suas iniciativas. É uma guerra diária. E a maior luta, com certeza, é contra mim mesmo. Sou uma pessoa que odeia injustiça. No meu trabalho, o que mais tem são pessoas querendo fazer as outras de degrau. Por eu não ser assim, não admito que sejam comigo. Mas tem que engolir. Engolir o choro, engolir o fora, engolir a hipocrisia. Porque se você não engole, alguém te enfia goela abaixo, não tem jeito. Não pensem que eu aceito tudo fácil. Eu luto muito por mim e pelos outros, e luto por pessoas que simplesmente não lutam por mim. Graças a Deus, eu fiz muitos amigos lá, isso também me dá forças para continuar. Meu namorado também. Nosso romance começou lá no trabalho. Hoje já não trabalhamos mais juntos, mas sei que aquele lugar também me trouxe muitas coisas maravilhosas. Amigos que eu não encontraria em lugar nenhum. Pessoas que fazem não só o ofício, mas fazem a vida valer a pena.
quarta-feira, 2 de maio de 2012
De volta ao trabalho
Como eu queria mais uns diazinhos de feriado. Queria e precisava. Como não tem pra onde correr, estou eu aqui aproveitando um intervalinho no trabalho para escrever. Venho pensando em taaaantas coisas de casamento. Vocês devem achar que eu sou uma louca, obcecada por casar, né? Na verdade, até sou um pouco. rs Mas acho que o casamento é algo construído por duas pessoas e não imposto por uma das parte. Acredito no amor e acredito muuuito em celebrações lindas, luxuosas, simples, modernas, clássicas. Vejo cada coisa de tirar o fôlego e logo fico pensando com quem poderei comentar. Esse espaço aqui é um pouco pra isso também. Para eu comentar o que eu quiser no momento. E agora eu quero falar de festa de casamento. Mais precisamente, de festa de casamento no Museu Histórico Nacional.
Essa decoração é do Daniel Cruz. É ou não é de babar?
Fonte: Patrícia Figueira
terça-feira, 1 de maio de 2012
Feriadão
Achei que fosse aproveitar esse final de semana para fazer alguns convites, mas a criatividade não apareceu.
Estou com uma preguiça sem fim. Como, geralmente, passo os finais de semana com o namorado, esses dois últimos dias escolhi para curtir um pouco meu quarto. Que preguicinha boooa!
Ainda quero fazer muitas mudanças aqui no blog, mas ainda não consegui montar na minha cabeça como eu realmente quero que seja a apresentação dele. Vou continuar tentando.
Vou mostrar alguns convitinhos aqui. Me ajudem com ideias, gente!
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