sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Chá de filhotes

Perceber que eu tenho amigos loucos e criativos me faz ficar muito feliz, pois sei que, no que depender deles, meu blog não vai acabar nunca. Vamos combinar: loucura e amor é um mistura deliciosa, não é?
Vejam o que minha amiga Thays Serbija aprontou esses dias: um chá de filhotes. E tem mais: ela disse que já está pensando na lembrancinha para quando os "bebês" nascerem. Haaaaaja AMOR e imaginação!

 Thays e sua mimadinha Miley

A mesa de doces.


UPDATE:
10-08-2012 às 11h26

Lembrei que a Thays faz bolos incríveis. Depois posto aqui os bolos que ela fez pro niver do meu pai e do meu namorado. Detalhe importante: ela não é profissional, faz só para amigos e família. Tá perdendo dinheiro!

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

A vaca e a zebra

Estava eu, sonolentamente, num feio Coesa, saindo da casa da pessoa namorado para ir ao trabalho, quando me deparo com (pasmem!) um ÔNIBUS DE VACA. O sono até passou (por alguns minutos) e eu fiquei ali, encantada, só observando aquela beleza. Não via a hora de espalhar a notícia e, quando fui procurar a foto do ônibus para mostrar a todos (não tive coragem de tirar a foto, desculpa!), acho esta outra graciosidade: um ônibus de zebra. Vejam se eu não estava com a razão em ficar babando!



PS.: Eu não recebo nenhum patrocínio da Útil - nem de ninguém (quem me dera!), mas vale a pena a propaganda.

Fonte das imagens: Ônibus Brasil
 e Revista ônibus, respectivamente.


quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Sobre nossos filhos

Quando um casal resolve ter um bebê, costuma chamá-lo de "seu bebê". "Hoje vou levar meu filho para a escola", "Final de semana tem passeio com as minhas crianças", "Vamos combinar de levar seu bebê para conhecer o meu". "Meu" e "Seu", pronomes possessivos. O sujeito da ação sempre sou EU, o bebê é o passivo, a criança é passiva, o adolescente rebelde e passivo. E depois? Depois que NOSSOS filhos completam 18 anos continuam sendo NOSSOS? A resposta é: nunca foram.

Os pais criam os filhos para o mundo, por mais cruel que ele seja. Os pais educam, dão amor, carinho, ensinam valores, e tudo isso vai refletir na posição dos filhos na sociedade. Os pais querem que suas princesinhas continuem na redoma segura de seu olhar. As mães paparicam seus meninos o suficiente para que eles nunca busquem em uma outra mulher algo que não tenham em casa. Infelizmente, eles crescem. Quando crescem, não precisam mais de papai e mamãe para muita coisa. Isso angustia. Às vezes, mata. Mata porque o ser humano é egoísta o bastante para não querer agir como um simples agricultor. Um agricultor que planta a semente, rega a plantinha, trata e espera crescer para dar bons frutos. Quando cresce, ela se vai. É levada num caminhão qualquer para ser agora tratada por um hortifruti qualquer e depois é comprada por um consumidor qualquer. O agricultor não pode escolher o fornecedor, assim como pais não podem escolher quem seus filhos namoram, quem será seu chefe, quem serão seus colegas de trabalho e nem com que tipos de amigos eles irão se relacionar. Mas, com certeza o tratamento que o agricultor deu ao seu plantio determinará o valor de sua mercadoria e aumentará o interesse de bons negociadores.

A vida não se resume a uma metonímia qualquer, mas, sem dúvidas, pais que sejam bons educadores darão bons filhos ao mundo. E, infelizmente, dizer NÃO faz parte do processo. Fica a dica!

terça-feira, 7 de agosto de 2012

E-mail


BOM DIA!

Com a campanha do Blog no Facebook, percebi a necessidade de termos um meio de comunicação direto e mais privado, onde vocês possam me mandar seus textos, suas histórias de vida e tudo mais. É muito importante lembrar que não sou psicóloga nem terapeuta ocupacional. O que trago aqui é um pouco da minha história de vida, da minha e dos que me rodeiam (com as devidas autorizações). Gosto de ler e escrever e, espero de coração, que o que eu e os meus parceiros escrevemos inspirem cada vez mais pessoas a escreverem também. Por isso, agora temos um e-mail disposto a receber diariamente tudo o que vocês desejam ver publicado aqui. Eu terei o prazer em ler sua história, ver sua foto ou, simplesmente, escrever sobre algum assunto que seja de seu interesse. Então, está esperando o que para me escrever?


segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Sapatinho da Cinderela

Vejam a versão do Sapatinho da Cinderela criado pelo desginer de calçados Christian Loubotin.
 Eu tiraria as borboletas e casaria muito com esta beleza nos pés.  



Fonte: Para Falar de Casamento

sábado, 4 de agosto de 2012

O voo

Você se acha o maior escritor da família, de repente, percebe que é só mais um no meio da multidão. É bom saber que, ainda assim, você consegue fazer com que as pessoas se deixem mostrar como são. Porque todo escritor, por mais fictícia que seja sua história, fala de si mesmo e nada mais. Leiam e decodifiquem nessas entrelinhas esse novo autor que, segundo suas próprias palavras, pretender ser o nosso próximo TOP ONE. Será?

02 de julho de 2007, Rio de Janeiro, Hotel Mirador.
 por Cristhiano Brito

Só para não esquecer resolvi registrar aqui. Foi de ontem para hoje que tive um sonho em que voava, quer dizer, podia voar. Tudo começou, vai ser rápido e logo você volta para a leitura, então, tudo começou, no sonho, com um salto. Não sei o que veio antes, só me lembro de correr, havia alguém atrás que dizia algo mas não lembro o quê. Corri e saltei, veio então um forte frio na barriga que aumentava quanto mais próximo do chão eu chegava. Esse instante, o de chegar ao chão é meio intrigante, o que vou contar é mais o que acho que ocorreu do que o que lembro realmente. Então, eu passei do chão e voltei suavemente como que levitando, a partir daí o cenário mudou. Algumas imagens apenas ficaram. Bom, o que importa é que eu podia voar, quer dizer, às vezes podia. Mas para fazê-lo, digo para voar era necessário me concentrar bastante. Essa concentração necessária que me intrigou, não era do tipo “eu vou voar, eu vou voar” e chazam: voava. Precisa acreditar que podia voar, só conseguia quando pensava que podia e não exitava em nenhum momento. Precisava me envolver com a idéia de que podia fazer como para realizar uma atividade comum, na verdade deveria não pensar muito para fazer. A sensação era muito agradável, isso foi o que mais impressionou, além de voar eu podia passar por dentro dos objetos. Mas no fim do sonho eu perdi a capacidade de voar. Descobri isso em pleno vôo, na verdade eu saltei para um vôo rasante e antes mesmo de cair eu achei que não mais voaria e pensei: “não vou conseguir voar” e pimba, foi o que aconteceu. Eu caí, era baixo, mas não cheguei a tocar o chão, na verdade era um balcão de supermercado sobre o qual eu queria passar voando, como um goleiro defendendo uma bola no ângulo da trave, para que as pessoas atrás vissem que eu tinha uma aptidão especial.
O sonho teve mais coisa, mas o que importava aqui era isso. Durante o dia fiquei pensando nele e tentando ter aquela sensação incrível de voar, sem ajuda de nada e ninguém, mas não consegui nem chegar perto. Comecei a fazer alusões do sonho com a realidade e descobri algumas mensagens interessantes. Podem não fazer sentido para outros, mas reparando bem até que tem lógica. Vou enumerar para ser breve. A queda inicial e de repente recebo uma habilidade especial, parece até com as oportunidades que surgem no dia a dia quando estamos em momentos de crise, mas não sem ler o restante. Essa habilidade, essa de voar, precisava acreditar nela para poder usá-la, muito semelhante a nossa auto-estima. Depois então eu voava, tinha controle da minha mente e podia inclusive passar por entre as coisas, foi aprimorando, fantástico. De repente isso deve ter me envolvido e fiquei cego, querendo “aparecer”, não é que nessa hora eu caí. Seria orgulho ou vaidade? Caí, mas não sem antes saber que isso aconteceria, no instante em que questionei se podia voar, não acreditei na minha capacidade, caí. Auto-estima novamente? Não sei, cada um vai interpretar como quiser. As mensagens que ficaram para mim foram essas, e essa é mais uma mensagem, a da interpretação, ou poderia ter sido apenas um sonho.


quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Uma imagem fala mais que mil palavras

É difícil definir o amor. Às vezes o fazemos com um gesto, uma palavra, um silêncio, uma imagem. E, para mim, essa fotografia define o amor melhor que um texto com cem mil caracteres. Amor de mãe, amor de filha, amor ao trabalho, amor de um chefe pelos seus funcionários, amor ao próprio AMOR. Porque não basta amar, é preciso viver fundo cada experiência, é preciso transbordar amor.

 Gabriela Guedes em seu trabalho com sua princesa mais nova Isabela.