domingo, 23 de setembro de 2012

12 coisas...



Doze coisas que valem a pena (ou não) saber sobre mim.


    1-    Eu sei que estou acima do peso e você dizer isso para mim três vezes não fará o meu sobrepeso sumir.
    2-      Eu amo chocolate. Se algo me aborrecer, eu amo chocolate mais ainda.
    3-      Você estudou ou trabalhou muito? Eu também. Então não use esse argumento para se dirigir a mim.
    4-      Eu posso tanto ser doce quanto grossa, depende de você.
    5-      Eu amo crianças, gordinhas, magrinhas, de qualquer jeito, só não gosto de crianças mal educadas.
    6-      Odeio injustiça. Não importa se é comigo ou contra mim, não gosto!
   7-      Detesto maldade, principalmente, com velhos e crianças, mas não abusem da minha boa vontade, por favor.
    8-      Se há um problema, vamos resolver. Há solução para tudo. Se não houver solução? Paciência. Sofrer não vai adiantar.
    9-      O amor é um sentimento para poucos e não acaba nunca, às vezes, só muda de nome.
   10-   Sempre que quero ser feliz, eu sou.
   11-   Trocaria, facilmente, dez anos de trabalho por cinco de estudo.
  12-Quando calo, quase que invariavelmente, ignoro. Não porque você está com a razão, simplesmente, porque quero me poupar da discursão.

    UPDATE:
     10- Na verdade, trocaria 5 anos de estudo por 10 de trabalho. ;]
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sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Mais uma do Cris

03 de julho de 2007, Rio de Janeiro, Hotel Mirador. 


Hoje eu fiquei com isso na cabeça, aliás, já tinha ficado desde ontem. Depois que terminei o texto do sonho, fiquei pensando que hoje poderia escrever outro e quem sabe esse poderia ser o caminho para criar o hábito da escrita. Mas logo vieram as idéias de sistematizar o processo, por que não criar um padrão para o nome de cada arquivo? Daí, por que não criar uma pasta onde colocar todos eles? E o nome do arquivo, vou colocar a data para ficar organizado por ordem de elaboração, mas coloco o título? Antes ou depois de escrever? E por aí vai. Sei que isso me persegue, sempre que tento escrever sobre alguma coisa fico gastando tempo com essas miudezas. O cabeçalho lá em cima, já estou incomodado, acho que tem ser mais arrumado. Ah, e a formatação, você nem percebeu, mas eu já acertei antes de começar a escrever. Na verdade escrevi o cabeçalho e depois mandei ver lá na barra de ferramentas.
Eu sentei aqui há uma hora porque tinha que colocar esse negócio que está acima no papel. Bom, você deve saber que não é fácil. Liguei o micro e direto para a caixa de mensagens, depois já liga o “mensagens instantâneas” e aparece um monte de amigos que não “vejo” há..., desde ontem aqui mesmo antes de escrever o texto dos sonhos. Abro meu Excel de balanço, essa é a parte que mais gosto, entra no site de um banco e entra no outro, conta de somar, dividi um pouco, multiplica novamente, subtrai uns tributos, ih esses são cruéis, só paro quando cansa mesmo. Depois comecei a escrever essas linhas.
Hoje a aula do curso foi boa, tinha muito haver com o trabalho que realizo no dia a dia. Aproveitei para anotar umas coisas que devo fazer quando voltar para Vitória. Têm uns projetos bacanas, coisas para desenvolver com a equipe. Vamos ver se o pessoal vai gostar, e se der certo e gostar vai ser bom demais, como dizem os mineiros.


Cristhiano Brito

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Sem dizer adeus...

É que ela se foi sem nem me perguntar nada. Foi embora assim, friamente. Nem se despediu. Às sextas ficarão mais longas. Nas segundas de ressaca, não mais terei o nosso merecido descanso. Meu corpo cansado sentirá falta de ti. Olharei para aquele negrume imenso e lembrarei de outrora em que gozava de sua presença. Como fui feliz ao seu lado! Foram horas ao telefone. Enquantro trabalhava, só pensava em você, e trabalhava mais porque quando você estava por aqui, o tempo rendia, esse amor me dava energia e eu podia fazer o que eu quisesse. Os finais de semana eram só de lazer, o amor podia acontecer livremente, sem hora para acabar. Hoje, você mal se foi, e já quase morro de saudades. As noites quentes regadas de cerveja, não serão mais as mesmas sem você. Não peço que volte, mas sei que nunca vou me esquecer de você. Adeus, greve. Obrigada por tudo!
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segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Metade de mim

E quem é que precisa de alguém para ser feliz? E quem é que não precisa? Uma pessoa me disse que precisava encontrar sua metade. Não só não encontrou sua metade, como perdeu seu emprego. Quem iria querer meio funcionário? E, como ninguém quer meio amigo, também perdeu o ciclo social. Foi preciso coragem para recomeçar sozinho, mas ele entendeu que precisava se bastar e, ao se bastar, foi o bastante para uma outra pessoa. A felicidade chegou. Os amigos apareceram, os empregos se multiplicaram e o que era uma questão de metade, na verdade, era uma questão de inteiro. Quando nós mesmo nos completamos, a vida se encarrega do resto.

sábado, 15 de setembro de 2012

A noiva frustrada



E quando você está lá, linda e noiva, entrando na igreja com seu belo vestido branco, e se depara com uma pessoa, que você teve a infeliz ideia de um dia chamar para madrinha, com um vestido com uma cor muito bonita: BRANCO. Não sei se sou eu que sou antiquada ou as pessoas que estão sem noção, porque tem sido muito comum isso. Eu fui a dois casamentos que as madrinhas estavam de vestido pérola e vi fotos de um outro casamento que a madrinha nem se esforçou para escolher uma outra tonalidade, foi certeira: vestido branco de crepe, arrastando no chão e tudo. Pode isso, gente?

Eu sei que muita coisa no mundo casamentício mudou e que as tendências estão cada vez mais modernas e sem regras, mas como leio muito sobre esse tipo de evento, vejo que é unânime a opinião das blogueiras a respeito disso: o branco (e suas variações) é da noiva e de ninguém mais, a não ser que a noiva peça. E por que você, madrinha, que foi convidada por um gesto tão generoso resolveu não respeitar isso? Ainda que você seja madrinha do noivo e odeie a noiva, não deixe para demonstrar isso no dia dela porque, por mais que você tenha razão, você, provavelmente, não só não irá estragar o dia dela, como irá estragar o seu, pois poderá ser uma noite de muitas piadinhas, de caras feias e até de rejeição pelas amigas da noiva. Então, aposte na paz no seu dia de madrinha e esqueça o branco! 

Ainda dou uma dica: se for no meu casamento, qualquer coisa que eu não puder fazer com a mocinha de branco (tipo esganar ou jogar numa piscina), as minhas amigas farão de questão de resolver isso por mim. Nós somos dessas. rs
 Nesse caso, a Katie "solicitou" (imagino eu) que sua madrinha fosse de branco pois ela era como uma extensão do vestido. E não me venham com essa de que se a madrinha da Katie pode, eu também posso porque aqui, na minha terra, isso não cola!





quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Lugar de carro é na garagem



Um dia andando na rua, passei por um carro que estava parado no meio da calçada e derrubei o retrovisor com minha bolsa. DESESPERO TOTAL! Tentei rapidamente encaixá-lo de volta, sem sucesso. A menina que vinha atrás me ajudou e disse: deixa isso aí, se virem a gente aqui vai ser pior. Fiquei nervosa, mas, logo, me dei conta do que estava acontecendo: na calçada onde pedestres deveriam circular livremente, tinha um carro, não só estacionado, mas ocupando toda calçada, fazendo com que eu, que não sou nenhuma modelo de passarela, tivesse dificuldade de passar por ali. Um absurdo! É claro, que um erro não justifica o outro e, nesse caso, o meu erro foi sem querer, o do motorista NÃO. Cheguei no trabalho contando para todo mundo, um pouco para desabafar e um pouco para alertar. Alguns amigos até ficaram na dúvida se poderia ser o carro deles e eu, muita educada, respondi: se foi o seu carro, bem feito, ninguém mandou bloquear a calçada (rsrsrsrs). Apesar do tom de brincadeira, isso é MUITO SÉRIO. Se você tem carro e não tem onde parar, volta com ele para sua garagem e não perturbe a passagem do pedestre, considerando que ele pode ser um cadeirante, uma pessoa de muleta, de andador, uma mãe com carrinho de bebê ou apenas um cidadão usufruindo do seu direito de ir e vir. 
No bairro do meu namorado, os prédios são antigos e não têm garagem. Sabe o que fazemos, às vezes, quando precisamos ir à praça de carro e perdemos a vaga na rua? Deixamos o que tem que ser deixado em casa e voltamos com o carro para a praça. Azar o seu se você não tem garagem privativa na sua residência ou nos lugares que você vai. O seu direito de conviver em uma sociedade harmônica só irá existir se você respeitar o meu. Faça o que eu digo e não o que eu faço, ficou lá na época do seu avô. E esse tempo, sinto muito, mas não volta mais!

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

O engarrafamento



Um dia você aprende que a fila do lado sempre anda mais rápido do que a que você está. É nesse dia que você aprende também que o engarrafamento é muito mais do que um simples fluxo de carros, é um teste de paciência e de resistência física e mental. Não importa se o congestionamento é de 20 km ou 100m, o que importa é que a sua programação será prejudicada e nem a sua potente buzina poderá resolver isso. O que resta, então, é o tal do acostamento. Você concentra toda a sua esperteza nesse momento e exclama aos seus conterrâneos de trânsito: Fiquem aí, seus idiotas! Não raramente, você encontra mais a frente um amiguinho chamado policial, que está ali prontinho para acabar com sua festa. Quem é o idiota mesmo? Pois é, malandro demais se atrapalha. O engarrafamento é a forma do Caraládecima te dizer: Saia antes, planeje imprevistos e quando, inevitavelmente, algo sair do programado, relaxe, aumente o som, cante com as crianças, compre uma água e espere! A sua bunda quadrada pode ficar por ali mais um pouco, se a sua fome não pode esperar, pare e coma! Não há nada mais irritante do que pessoas irritadas no trânsito. O mundo seria melhor se não houvesse engarrafamentos, mas, com certeza, seria melhor ainda, se existisse mais PACIÊNCIA e AMOR. Fica a dica!!!